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Você não é o seu diagnóstico

  • Foto do escritor: CETA
    CETA
  • 10 de mai. de 2023
  • 1 min de leitura

Diante disso, outras áreas da vida de quem tem um transtorno alimentar são impactadas de maneira negativa como por exemplo, vida social, profissional, vida amorosa, hobbies, viagens e até os estudos.

Por isso, é parte importante do tratamento ajudar o indivíduo a entender que ele não é o seu transtorno alimentar. Ele não é o seu diagnóstico que recebeu. Ele tem pensamentos que podem e devem ir além dos pensamentos do TA.

Ao longo do tratamento, cabe aos profissionais que acompanham essa pessoa, ajudá-la a fazer a separação entre o que são pensamentos dele e o que são pensamentos do TA. E somado a isso, auxiliar o indivíduo a redescobrir atividades que sejam prazerosas e possam ser (re)incluídas em sua rotina.

Naiara BelmontNutricionista 

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